Temos licença poética para dizer que sim? Temos muito mais que isso, amados. Temos licença histórica, sabe por quê? Porque Saint Patrick era filho de uma família muuuuuuito nobre, que vivia nas terras britânicas.

Mas não pense que ele viveu uma vida fácil, não. No auge dos seus 16 anos, ele foi sequestrado pelos amigos do Jack Sparrow, digo, por piratas e ficou refém dos caras por 6 anos.

Pra dar uma aliviada no desespero que ele vinha passando, Patrick se dedicou à religião e acabou se tornando um cristão muito do devoto, obrigado.

Ele conseguiu fugir depois de ter ouvido vozes, que ele acreditara ser de Deus, e assim voltou para sua terra natal.

Pra entender um pouco mais sobre a sua fé, adivinha o que ele fez? Sim, se dedicou ao estudo da fé e, após alguns anos, recebeu um segundo chamado para voltar à Irlanda, mas não como prisioneiro, dessa vez ele iria como missionário.

A chegada à Irlanda

Assim que desembarcou na terra do som da cítara, ele entendeu que se quisesse se comunicar com a fé das pessoas, deveria usar elementos que já faziam parte da cultura delas.

Foi daí que veio a paradinha com o trevo. Uma das lendas diz que ele usou a plantinha pra explicar o que era a santíssima trindade, acredite, isso ajudou ele a desempenhar um papel muuuuito importante na conversão de Irlandeses ao Cristianismo e a cor verde virou sua marca registrada.

Acredita-se que ele tenha partido dessa pra uma melhor no dia 17 de março de 461, num lugar chamado County Down, por isso, todo ano, muitas homenagens fazem parte desta data.

E o que o álcool tem a ver com isso?

Não há nenhum registro de que tenha havido alguma ligação do santo com a bebida, nem que esse lance de deixar a brejinha cair no chão seja pra doar um golinho pra ele.

É que a Irlanda é o país dos pubs e é claro que os donos de estabelecimentos iam pegar carona na comemoração pra vender umas bebidinhas temáticas a mais, né não?

Faz parte da cultura dos irlandeses.

Inclusive, desfiles, comidas e muita gente fantasiada estão inclusas no combo da festa que não acontece só em seu país de origem, mas também nos EUA, Inglaterra, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Japão, Cingapura e Rússia.

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Eu vi duendes?

Viu sim. O símbolo veio do folclore celta, os homenzinhos são conhecidos como leprechauns, almas excêntricas que consertavam os sapatos das fadinhas e protegiam potes de ouro no fim do arco-íris nas histórias.

Enfim, o duende em si não tinha muito a ver com St. Patrick, porque eles eram retratados como figuras um tanto quanto irritadas, mas a Disney, em 1959, lançou um filme chamado Darby O’Gill & the Little People, com um duendizinho simpático que só, que foi logo associado ao santo.

Já a cruz celta nasceu da união entre a cruz solar (símbolo irlandês) e a cruz cristã.

E o cupom?

Ah isso não tem nada a ver com a data mas eu vou te dar porque eu quero mesmo.

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